Ao invés de séries, ciclos. Ao invés de provas, vivências. Pode ser diferente do que sempre se esteve acostumado, mas tudo acontece em acordo com a Base Nacional Curricular Comum, que prevê o que precisa ser visto pelos estudantes em cada etapa de ensino. "Aqui a gente se sente a vontade para aprender", diz Eduarda Hörlle Farias, 15 anos. Em seu relato, ela conta como o ensino faz sentido no dia-a-dia a partir de estudo por projetos que partem de fenômenos e não de livros.