A França, entre 82 e 86, montou um timaço-aço, dono de futebol atraente e muito técnico. Platini, Tigana, Giresse, Amoros, Fernandez, um quadrado mágico, uma derrota pesadíssima em Sevilla, a Batalha de Marselha em 84, a saga mexicana em 86 e uma geração que até hoje mexe fundo no coração francês.