Mesmo que na virada do século XIX para o XX a rabeca não merecesse uma distinção marcante nos estudos folclóricos, sabemos que, paralelamente, esse instrumento popular, ainda sim, já era definido pelos versos do rabequeiro Fabião das Queimadas. No início do século XX este romanceiro cantador apresentava sua rabeca na região agreste do Rio Grande do Norte de um modo bastante peculiar, com os seguintes dizeres: "Minha rabequinha/ É meus pés e minha mão,/ É meu roçado de milho,/ Minha planta de feijão,/ Minha criação de gado,/ Minha safra de algodão."