Sentada na cadeira de baloiço, descalça e devidamente confortável com o fato de treino bege. Estico as pernas sobre um assento axadrezado de tons amarelos e cruzo os braços. Observo os diversos pássaros que param ou habitam no meu quintal e limito-me a sorrir. Olho em frente para o extenso lago que se perde na longitude de meus olhos e fico ali uma, duas, três horas até cair a noite e a lua, cheia de vida de cor alaranjada, subir ao céu.
A Natureza é o bem mais precioso que existe e os animais transmitem a música que sempre me encheu ...